Apresentamos, no artigo anterior, resumo sobre a situação mundial quanto aos acidentes e doenças do trabalho. E no Brasil? Os dados da Previdência, publicados no Anuário Estatístico anual, indicam uma situação grave também em nosso País. É quase uma guerra civil, no período de cinco anos (2003-2008) tivemos 16,7 mil mortos, 500 mil doenças do trabalho, 71300 pessoas que saíram perfeitos para um dia de trabalho e não voltaram no dia seguinte, pois foram aposentados por invalidez, num total de 3,4 milhões de acidentes e doenças do trabalho.
Essa situação foi analisada em Bônus para investir em saúde do trabalhador, de ARTUR HENRIQUE e MANOEL MESSIAS MELO, em artigo publicado na Folha de S.Paulo em 4 de fevereiro de 2010, apontando ainda o enorme custo para a Previdência, que arcou com R$ 72,7 bilhões. As empresas, por seu lado, contribuíram com R$ 41,9 bilhões. Daí, é fácil entender que R$ 30,8 bilhões “micaram” para a Previdência, do “meu, seu, nosso suado dinheirinho”.
A discussão opõe governo e empresas. Estas reclamam pois pagam seguro acidente, e que, em tese, já cumpririam sua parte na questão financeira do acidente. Por seu lado, a Procuradoria Geral Federal (PGF) já propôs 1085 ações regressivas contra empresas, num montante de R$ 83,7 milhões. O que parece óbvio, é que, seguro é para cobrir danos relativos a causas imprevistas, e não negligência ou imperícia.
Assim, cada processo busca desvendar eventual responsabilidade de patrões e prepostos, e repor integral ou parcialmente os gastos que a Previdência teve em tratamentos, indenizações e aposentadorias. É mais decente e barato prevenir, estudo de Price Waterhouse Cooper as empresas ganham 3 para cada dólar investido em prevenção.
http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=61411
Essa situação foi analisada em Bônus para investir em saúde do trabalhador, de ARTUR HENRIQUE e MANOEL MESSIAS MELO, em artigo publicado na Folha de S.Paulo em 4 de fevereiro de 2010, apontando ainda o enorme custo para a Previdência, que arcou com R$ 72,7 bilhões. As empresas, por seu lado, contribuíram com R$ 41,9 bilhões. Daí, é fácil entender que R$ 30,8 bilhões “micaram” para a Previdência, do “meu, seu, nosso suado dinheirinho”.
A discussão opõe governo e empresas. Estas reclamam pois pagam seguro acidente, e que, em tese, já cumpririam sua parte na questão financeira do acidente. Por seu lado, a Procuradoria Geral Federal (PGF) já propôs 1085 ações regressivas contra empresas, num montante de R$ 83,7 milhões. O que parece óbvio, é que, seguro é para cobrir danos relativos a causas imprevistas, e não negligência ou imperícia.
Assim, cada processo busca desvendar eventual responsabilidade de patrões e prepostos, e repor integral ou parcialmente os gastos que a Previdência teve em tratamentos, indenizações e aposentadorias. É mais decente e barato prevenir, estudo de Price Waterhouse Cooper as empresas ganham 3 para cada dólar investido em prevenção.
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